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Due diligence financeira: a segunda leitura antes de fechar negócio

Toda negociação de compra, venda ou entrada de sócio chega numa hora em que os números apresentados precisam de uma segunda leitura — antes da assinatura, não depois.

É nesse momento que a due diligence financeira entra: uma revisão linha a linha dos demonstrativos, contratos e obrigações da empresa envolvida na operação, buscando exatamente o que normalmente não aparece na primeira leitura.

Sem essa revisão, quem compra ou negocia uma participação assume riscos que só aparecem depois de fechado o negócio:

  • Passivos e contingências que não estavam nos demonstrativos apresentados.
  • Receita ou margem sustentada por premissas que não se confirmam na prática.
  • Contratos e obrigações fiscais/trabalhistas que mudam a equação de valor.

Na Vulpini, aplicamos o mesmo rigor técnico de uma auditoria à due diligence financeira pré-transação — com valuation, revisão linha a linha e uma segunda opinião técnica sobre os modelos apresentados, para sócios em processo de saída, compradores avaliando um alvo ou empresas que precisam sustentar um valor de negociação com metodologia.

Antes de uma decisão que não tem volta, vale a pena garantir que os números resistem a uma segunda leitura.

Se você está estruturando uma operação societária e precisa dessa segunda opinião técnica, fala com a gente.

M&A, valuation e due diligence: vamos conversar sobre o seu caso?